5 de setembro de 2009

Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.

Não te afastes
Chega bem perto
Cria. Não sejas infiel
Encontra o antídoto no veneno.
Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
Moldado em barro, misturado porém a substância da certeza.
Tu, guardião do tesouro da luz sagrada.

Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
Ao vislumbrares a dissolução.
Serás arrancado de ti mesmo.
E libertado de tantas amarras.
Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
Nasceste dos filhos, dos filhos de Deus.
Mas fixaste muito abaixo a tua mira.
Como pode ser feliz assim?

Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
És o talismã que protege o tesouro.
E também a mina onde se encontra.
Abre teus olhos. Vê o que está oculto.

Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
Nasceste de um raio da majestade de Deus.
E carregas a bênção de uma estrela generosa.
Por que sofrer nas mãos do que não existe?

Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
Aqui chegaste embriagado e dócil.
Da presença daquele doce amigo.
Que com o olhar cheio de fogo, roubou nossos corações.

Vem. Retorna à raiz da raiz de ti mesmo.
Nosso mestre e anfitrião.
Colocou a taça eterna diante de ti.
Glória Deus, que vinho tão raro!
Vem. Retorna à raiz da raiz de teu ser.

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